A trajetória do engenheiro agrônomo, Orlando Schimalesky, é marcada por dedicação e paixão pela agricultura. Além de ter se dedicado na eficiência da produção de grãos da região, sua atuação extrapola o campo profissional, envolvendo participação em entidades esportivas, culturais e sociais.
Aos 16 anos, ele estudava no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, e foi nessa época que ingressou no Ministério da Agricultura, como estagiário, seguindo os passos de seu pai, Attilio Schimalesky, de três tios maternos, além de outro tio que era funcionário em outra repartição do mesmo Ministério, mas na cidade de Campo Largo. Para Orlando, este caminho foi uma escolha natural, que ainda foi trilhado também por sua irmã, Arlete.
A decisão pelo curso de Engenharia Agronômica foi uma consequência, considerando sua ligação com o órgão. “Fiz o concurso vestibular na Escola Superior de Agricultura e Veterinária do Paraná, que mais tarde, foi incorporada à Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba. Minha formatura se deu no dia 18 de dezembro de 1958”, recorda Schimalesky. A partir daí, sua jornada profissional se desdobrou em estágios e cargos relevantes.
O primeiro estágio ocorreu na Fazenda Capanema em São Paulo, onde se aprofundou na Mecanização Agrícola. No Posto Agropecuário de Lapa, trabalhou na conservação do solo até fevereiro de 1959. Logo após, assumiu a chefia da Sub-Seção de Engenharia Rural e a supervisão da Patrulha Motomecanizada de Curitiba e, em junho do mesmo ano, foi transferido para o Posto Agropecuário de Irati.
Sua marca em toda a região
“Em outubro de 1968, fui designado como Chefe da 4ª Zona Agrícola em Irati e como Responsável pelo Centro de Tratoristas do Ministério da Educação e Cultura. No ano seguinte, em setembro, fui credenciado pela Comissão Estadual de Sementes de Trigo (CEST-PR) como Superior Regional da mesma Comissão, com atuação na região Centro-Sul do Paraná”, conta o engenheiro. No início de 1971, ele se tornou o Supervisor Regional da Região 2 da Comissão Estadual de Sementes de Soja (CESSOJA-PR) e, em seguida, Supervisor Regional de Sementes e Mudas da Região Centro-Sul do Paraná.
A partir do ano de 1973, ele ainda prestou assistência técnica a muitos agricultores da região, atuando nos municípios de Irati, Imbituva, Teixeira Soares, Fernandes Pinheiro, Rebouças, Rio Azul, Mallet, Prudentópolis, Palmeira, Ponta Grossa, Ivaí, entre outros, e mantendo uma filial em Ponta Grossa.
Além de sua colaboração com seus conhecimentos profissionais, Orlando atuou na sociedade em outras frentes. “Fui juiz da Junta Disciplinar Desportiva da Liga Regional de Irati, de 1970 até 1982, sendo presidente da Liga por uma gestão. Também ocupei a função de vice-presidente por uma gestão da Sociedade Beneficente Cultural de Irati (SBCI). Fui associado do Lions Clube de Irati, tendo sido presidente por uma gestão (1981/1982) e secretário por várias gestões”, lembra ele. Schimalesky ainda participou do Corpo de Jurados do município e teve a experiência de presidente de Secção Eleitoral na Vila São João, por diversas vezes.
A importância da Agronomia
Orlando acredita que a Engenharia Agronômica tem um papel sumamente importante para o agronegócio: “por ditar normas modernas na condução das principais culturas, como soja, trigo, feijão, arroz, algodão, frutíferas, por exemplo, tanto no setor agrícola como na pecuária, no sentido de manter uma ótima qualidade dos produtos destinados à exportação, o que é primordial na manutenção da confiança que os países importadores depositam nos produtos brasileiros”, finaliza.












