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Revista GenteSaúde

Você conhece a vacina contra HPV? – Thays Byczkovski

A infecção por HPV (Papiloma Vírus Humano) é considerada a infecção sexualmente transmissível de maior incidência no mundo. Estima-se que 80% da população, sexualmente, ativa entrou em contato com o vírus em algum momento de suas vidas. 

Nas mulheres, os subtipos oncogênicos HPV 16 e HPV 18 são os responsáveis por mais de 70% dos casos de cânceres de colo de útero e de todas as suas lesões precursoras e 90% dos casos de adenocarcinoma in situ (AIS) do colo uterino. Os tipos de HPV 6 e 11 são considerados não oncogênicos e estão associados a verrugas genitais em homens e mulheres.

Vacina, a melhor prevenção

A vacina contra o HPV quadrivalente faz parte do Programa Nacional de Imunização, desde 2014 protege contra os subtipos de HPV 6, 11, 16, 18. A indicação atual é para adolescentes e pré-adolescentes de 9 a 14 anos, duas doses (0 e 6 meses); mulheres e homens de 9 a 45 anos, convivendo com HIV/Aids, pacientes oncológicos; transplantados de órgãos sólidos ou de medula óssea: três doses (0-2 e 6 meses).

Recentemente, uma nova vacina oferecendo uma cobertura mais ampla chegou ao Brasil. Além de conferir proteção para os quatro principais subtipos de HPV ( 6, 11, 16 e 18), essa vacina adicionou mais cinco subtipos de HPV 31, 33, 45, 52 e 58. 

Os estudos demonstram que a vacina nonavalente oferece 90% de proteção contra o câncer de colo do útero, além de proteção adicional contra câncer de vulva, vagina, anus, lesões de alto e baixo grau e verrugas genitais causadas por HPV. Também confere uma proteção para pacientes que já tiveram alguma infeção pelo HPV, para diminuir recidivas e proteger contra novas infeções do vírus. 

Essa nova vacina é indicada para homens e mulheres de 9 a 45 anos e atualmente está disponível apenas na rede privada. É indicado realizar duas doses, entre 9 e 14 anos, e três doses, dos 15 aos 45 anos.

É importante ressaltar que quem já recebeu o imunizante quadrivalente anterior, também pode se vacinar com a nonavalente para garantir uma maior e mais eficaz cobertura, porém só deve ser aplicada um ano após a conclusão do esquema vacinal anterior.

Um pouco da minha história

Junto com minha irmã gêmea, somos as caçulas de cinco irmãos! Nasci em Irati, onde passei toda minha infância. Cresci rodeada pela minha família, meu pai um homem de fé, me ensinou a amar a Deus com seu próprio exemplo! Minha mãe, com o coração mais puro e que transborda amor me transmitiu os melhores valores. Esses exemplos moldaram minha determinação e minha confiança. 

Minha formação

Não sei ao certo quando desejei ser médica, meus pais contam que, desde que eu brincava de boneca, eu brincava de tratar e cuidar dela como minha paciente. Este desejo foi crescendo e, com todo o apoio dos meus pais proporcionando tempo de estudo para o vestibular, após 3 anos de esforço e lágrimas, veio a minha aprovação. 

Fiz minha faculdade em Joaçaba, no interior de Santa Catarina. Foi um período de muito aprendizado e evolução pessoal, fiz verdadeiras amizades com colegas e professores, sou imensamente grata pelos seis anos vividos lá. 

Minha paixão por ginecologia e obstetrícia vem desde cedo. Entrei na faculdade com a intenção de ser ginecologia mesmo sem saber o quão grande é esse universo. 

Durante o percurso da faculdade mudei muitas vezes de ideia, quis fazer diversas áreas, desde oftalmologia até geriatria. Porém, no internato quando, realmente, tive contato com a obstetrícia, percebi o quanto a ideia inicial fazia sentido.

Logo após formada, entrei na residência médica de ginecologia e obstetrícia no Hospital Evangélico de Curitiba. Sabe quando você está no lugar certo? Era assim que eu me sentia. Aprendi muito, tanto com excelentes preceptores, quanto com colegas residentes, exemplos de profissionais que levarei por toda minha jornada. E assim, fui moldando minha formação, sigo fazendo o que é ético, certo e baseado em evidências.

Após esses 3 anos de formação na residência, comecei uma especialização no Hospital Erasto Gaertner em patologia do trato genital inferior e colposcopia, uma área voltada ao diagnóstico e tratamento de câncer de colo uterino. Foi um ano muito desafiador, em que eu revezava minha semana desta especialização e o restante da semana de atendimentos em Irati!

Atendimento em Irati 

Iniciei meus plantões na Santa Casa de Irati em 2019, onde sigo trabalhando e continuo aprendendo em cada plantão, com uma nova história e um novo desafio. 

Em 2020, iniciei meus atendimentos no consultório, e desde então, sou grata a cada paciente pela confiança e por me permitir em fazer parte de sua história, seja no nascimento do seu filho ou para cuidar da saúde da mulher de uma forma integral. 

Meu objetivo então,  segue sendo esse: respeitar cada história, prevenir a doença, promover a saúde, sempre com muita empatia e leveza.

Thays Byczkovski

Médica graduada pela Universidade do Oeste de Santa Catarina 

Ginecologista e Obstetra pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba 

Especialização em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia pelo Hospital Erasto Gaertner 

Título de Especialista em Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia 

Capacitação em Histeroscopia Diagnóstica pela Faculdade CETRUS

Atendimento

CLÍNICA REBESCO 

Rua Professor Vitor Ferreira Do Amaral, 393, Centro, Irati/Paraná

WhatsApp: (42) 99116-2323 

CEP: 84500-011

IG: dra.thaysb

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