Educar para o mundo é criar filhos que farão a diferença no futuro
O segundo domingo de maio de 2022, com certeza, será um momento muito especial para a família Schimalesky. Após dois anos de pandemia, esse Dia das Mães tem sido o mais aguardado, pois marcará o reencontro para comemorar a data
O Dia das Mães já faz parte da nossa cultura e ressalta a importância dessa figura que é sinônimo de amor, proteção, força e acolhimento. Edith Schimalesky não é apenas mãe, ela é também avó e bisavó, e conversou com o Jornal Gente da Gente para contar um pouco mais sobre o que representa para ela e sua família, essa data tão importante em nosso calendário.
“O Dia das Mães não é só uma data comercial, mas a oportunidade de reunir a família e comemorar a vida. Após os dois anos de pandemia, quando pouco nos vimos durante a quarentena, aguardamos esta data fazendo muitos preparativos e tendo a certeza de um encontro muito feliz e alegre. Nossas reuniões sempre são repletas de felicidade, cheias de músicas (meu filho Valmir é um artista nato, toca piano e violão), comidas e brincadeiras!”, ressalta.
Edith é mãe de Ieda e Valmir. Dos casamentos dos filhos com Dagoberto e Carla, nasceram os netos Matheus, Fernanda, Amanda e Ana Beatriz. Para ela, o grande presente da família veio por meio de Amanda e Roberto, o bisneto Shai, atualmente, com dois anos e sete meses, e considerado o encanto da família.
“Casei como Orlando em 1959 e viemos morar em Irati. Naquela época, era uma cidade bem pequena e sem muitos recursos, mas nunca fui muito medrosa e quando engravidei do meu primeiro filho, que era a Ieda, fiquei muito emocionada. Ela nasceu em casa, morávamos onde hoje é o Colégio Florestal, e a parteira D. Pierina Nadal, veio com seu marido para ajudar no parto. Foi ali que vi nascer uma linda menina para enfrentar a vida. Cinco anos mais tarde, nasceu nosso segundo filho, Valmir, também a D. Pierina esteve presente fazendo o parto e, assim, nossa alegria estava completa”, lembra.
Criar filhos não é tarefa fácil, pois existem muitos desafios envolvidos e com ela não foi diferente.
Para Edith, a força para desempenhar esse papel vem de cada pequeno passo no desenvolvimento dos filhos. “A cada dia me orgulhava com suas conquistas, seus avanços. Os primeiros passos, as palavras, ir para escola, estudar fora. Entendo que criamos filhos para a vida e, por isso, sempre os incentivei a serem independentes, a estudar e a buscar o mundo”, complementa.
Ela afirma que a trajetória enquanto mãe foi recheada de muitos e muitos momentos especiais, como a formatura da sua filha Ieda, em Direito, e do filho Valmir em Engenharia. Edith também comemorou cada uma das graduações no Ensino Superior dos netos: Matheus e da Amanda se formaram em Direito; Fernanda em Odontologia e Ana Beatriz, em Serviço Social.
“Outros momentos muito felizes foram as festas de casamento de cada um deles, o nascimento dos meus netos, com certeza, foram dias inesquecíveis que fizeram tudo valer a pena. Momentos difíceis tivemos, claro, mas quando se tem amor, paciência e fé, tudo se soluciona”, considera.
Para ela, o mais desafiador na maternidade é adaptar seu filho ao mundo e se adequar junto. Edith frisa que com o passar dos anos, muitas coisas mudaram e rápido demais, e essa adaptação é bem difícil e cheia de momentos perturbadores. E, nestes momentos, é quando o amor de mãe entra na sua potência máxima.
“O amor de mãe é um sentimento muito profundo, orgânico, posso dizer até selvagem! Se você vê seu filho em perigo, você esquece de você e luta com ele com todas as armas para defendê-lo. Ao mesmo tempo, é um amor paciente, determinado e incansável. Por isso, é um amor eterno. Ser mãe é mágico! Deus fez a natureza tão maravilhosa e proveu as mulheres desse poder inigualável pelo qual temos que agradecer todos os dias!”, conclui Edith.

















