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Jornal Gente da GenteMatéria

ELIS SCHAFRANSKI – A transformação materna

A relação entre mãe e filho é um vínculo que nunca será cortado, que perdura por toda a vida

Ao longo destes seis anos de obstetrícia, a ginecologista e obstetra, Elis Schafranski, teve o prazer de acompanhar diversas histórias e fazer parte delas, mesmo que por um curto período de tempo da vida de suas pacientes. Para ela, a transformação mais bela e reveladora é a de ser mãe, pois criam-se novos vínculos e novas prioridades na vida da mulher, sendo que a sua vida acaba por se transformar na vida de seu filho. 

“É um ato, muitas vezes inconsciente e inerente, da alma da mulher e que tenho satisfação de evidenciar isso em nossa clínica. A gestação é sinônimo de transformação, daquela que ultrapassa o fisiológico”, descreve a médica. É claro que o organismo sofre diversas mudanças estruturais para a recepção de uma nova vida em seu ventre, porém a mudança psicoemocional é a mais forte e evidente. 

Elis diz que, do início do período gestacional até o nascimento do bebê, a mulher deve aceitar e compreender o conceito da formação de uma nova família, da sua própria família. “É exatamente durante esses noves meses que a mãe passa a amar, cuidar e proteger aquele pequeno ser, cujo rosto ainda nem foi visto ou cujos traços ainda não podem ser tidos como herança do pai ou da mãe, mas que ela vai amar por toda vida”.

Ainda que haja a separação do cordão umbilical, o vínculo real entre mãe e filho nunca será cortado. A ginecologista, que atende em Prudentópolis, observa que este é um elo invisível que perdura por toda a vida e que tem uma força superior a todos os sentimentos no mundo. Essa comunicação é o sentimento mais puro, chamado de amor.

“A gravidez é, com certeza, uma fase mágica e muito especial para todas as mulheres, mas não podemos minimizar as mamães que tiveram seus filhos de outras formas, como por exemplo, a adoção, criação ou útero de substituição”. Ser mãe, para a médica, é muito mais do que ficar grávida, ser mãe é um dom e também uma ‘faculdade’ diária. 

Elis usa este termo porque acredita que a maternidade é um constante aprendizado. “Ela te fará sábia, pacienciosa e também muito forte. Forte ao ponto de você passar a madrugada toda ao lado do seu filho que está com febre e ainda ter que trabalhar no outro dia, fazendo ainda o melhor trabalho. Forte ao ponto de você estar completamente cansada e exausta, no fim do dia, e chegar em casa e passar horas e horas brincando com seu filho só para ver seu rostinho feliz. E é isso que te faz mãe: é essa incansável batalha para ver seu filho bem e feliz, independentemente das condições que acercam”, afirma.

“Eu fico muito grata e honrada em poder acompanhar e participar deste momento único e mágico na vida dessas mulheres que são mães. Por isso, hoje em especial, desejamos a todas as nossas pacientes e mamães um feliz e maravilhoso Dia das Mães”.

 

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